Poema Do Dia Da Indústria

Continuando com o Dia da Indústria e depois do desenho para imprimir e colorir do post anterior aqui fica agora um poema bom para o dia da Indústria, em homenagem às mãos trabalhadoras, e há também este poema pequeno, que diz:

Poema da Enxadinha: Minha enxadinha trabalha bem; corta o matinho no vai e vem; minha enxadinha vai descansar; para amanhã recomeçar!

Poema do dia da Indústria

Ó mão não de cristal, não mão nevada,
Mão de relógio sim, pois que pudeste
Nesta mísera terra em que nasceste
Fazer dar tanta infinda badalada.

Que mão de almofariz enxovalhada
Foi tal, como tu foste, ó mão celeste,
Pois foste, quando mais resplandeceste,
Em tantas de papel tão mal louvada.

Nem de Cévola a mão negra e grosseira,
Queimada entre morrões publicamente,
Merecia tão míseras poesias.

Mas louvo-as de subtis em grã maneira,
Pois que para apagar a flama ardente
Se fizeram de indústria assim tão frias.

D. Tomás de Noronha, Fénix Renascida, V.

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One Response to Poema Do Dia Da Indústria

  1. jusocleide says:

    mamae vc e muito legal mas eu quero te falar como eu a amo do fundo do meu coraçao de criança

    BEIJOS
    DE
    SUA
    FILHA
    FELIZ JULIA
    ANO NOVO

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